domingo, 26 de setembro de 2010

Tais a ver.

Perceber que o que te prende ao chão não é a mais gravidade, dá medo! Deixar tua mente leviana fantasiar um futuro romântico, assusta! Vale mesmo a pena? De certo modo é valido. Egocentricamente falando, já não! Mas não é uma escolha, as coisas acontecem e antes que percebamos já não está mais sob nosso controle. O ar falta involuntariamente, e o pensamento toma rumo por conta própria e não te deixa afastar. Os projetos futuros tem cabo todos no mesmo ponto. E caso não haja mais esperança entra em cena o desespero. Vale a pena? De certo modo é valido. Egocentricamente falando, já não! Com o passar do tempo tu te conformas com o fato, e procurar deixa-lo guardado para seguir em frente, e não há tarefa mais árdua que esta. Por vezes fraquejamos e as coisas vem à tona, dificultando um pouco mais o que já não é de todo fácil. Mais mesmo com toda a agonia você não quer se desfazer do sentimento, afinal, ele te faz ser melhor. Vale a pena? De certo modo é valido. Egocentricamente falando, já não!

domingo, 19 de setembro de 2010

Bem por ai

Como dizia Carlito Maia: "Nós não precisamos de muita coisa, apenas uns dos outros." Mas, mais ainda que dos outros, precisamos de nós mesmos! Estar próximos de nós, fazer o que realmente gostamos, comer o que queremos, ouvir o que nos convém, ler o que nos apetece, ser trivialmente fiel a nossa alma! As coisas simples que por vezes deixamos de fazer nos causam mágoas, frustrações! Se acumulam e tornam-se pesos, e, quando carregadas por muito tempo, toneladas, das quais não conseguimos nos desvincular. Ser protagonista da tua vida, optar por ser feliz, fazer o que sempre quis. O segredo da felicidade esta aí, na simplicidade!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aqueles dias.

Sabe aqueles dias que tu acordas pensativo. Filosofando sobre o queijo derretendo na frigideira e o suco de laranja que jaz sobre a mesa posta. Esses dias te fazem questionar por que o céu europeu é mais azul, e que diabos você está fazendo na europa, longe de seus pais, seus afetos, seus amigos, longe do seu lugar. Lágrimas certamente correrão em seu rosto confuso, e qualquer som ou objeto que lhe faça lembrar algo/alguém distante será motivo de nostalgia. Seus pensamentos te levam a titubear a atitude tomada. Mas como esses dias são aptos a filosofia, você questiona os reais motivos que te levaram a tamanha mudança, você põe em cheque tudo de novo e esplêndido que está vivendo, e se pergunta, se caso ainda estivesse em seu lugar, com seus amigos, afetos e familia estaria vivendo isso? Ao voltar a sã consciência, você se dá conta que a distância não tirará de ti nada que é verdadeiro, e que o que realmente importa estará lhe aguardando de braços abertos. Então, você estagna-se ao se deparar com o por do sol. Ergue-se novamente, e segue seu caminho, esperando que o próximo dia seja de outra matéria, pois filosofia quando em grande intensidade pode ser prejudicial aos objetivos!